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O prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista da Silva, voltou a ser alvo de investigação do Ministério Público do Estado da Bahia e já acumula ao menos seis procedimentos instaurados contra a gestão municipal em menos de um ano e meio. Na manhã da última terça-feira, 29 de abril de 2026, às 09h43, a denúncia registrada sob o nº 003.9.109892/2025 foi convertida oficialmente em mais um inquérito civil pelo Ministério Público do Estado da Bahia. O caso apura possíveis irregularidades na contratação da empresa ARAUJO ALVES EMPREENDIMENTOS LTDA, sediada em Jussiape, para prestação de transporte escolar no município. Entre os pontos investigados estão suspeitas sobre a efetiva execução do serviço contratado, onde o Ministério Público apura possíveis irregularidades no processo licitatório e na execução contratual, incluindo dúvidas sobre eventual risco de prejuízo aos cofres públicos . Além das investigações no âmbito do Ministério Público, uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia autorizou a abertura de petição criminal para apurar, em tese, possíveis crimes eleitorais e irregularidades em contratos públicos no município. De acordo com a decisão judicial, existem indícios que justificam o aprofundamento das investigações, incluindo suspeitas relacionadas à prestação de contas eleitorais e à contratação de empresas pela administração municipal. O Tribunal determinou ainda o envio dos autos à Polícia Federal, responsável pelas diligências investigativas. Diante desse cenário, o avanço das investigações deve trazer novos desdobramentos nos próximos meses, à medida que os órgãos de controle aprofundam a apuração dos fatos e analisam a documentação reunida. A multiplicidade de procedimentos envolvendo a atual gestão chama atenção para a necessidade de transparência e rigor na administração pública, especialmente no uso de recursos destinados a serviços essenciais como o transporte escolar. Enquanto isso, os casos seguem sob análise do Ministério Público do Estado da Bahia, da Justiça Eleitoral e da Polícia Federal, cabendo às instituições competentes esclarecer as circunstâncias e eventuais responsabilidades, sempre assegurando o direito à ampla defesa e ao contraditório. Com informações ClickChapada.