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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social passou a concentrar esforços em um novo eixo de investigação diante da incerteza sobre a prorrogação dos trabalhos no Congresso Nacional.
A chamada CPMI do INSS tem enfrentado pressão de tempo para concluir suas atividades e, por isso, decidiu direcionar parte das apurações para o chamado caso Master, que envolve suspeitas de irregularidades relacionadas a contratos e possíveis fraudes envolvendo benefícios previdenciários.
Parlamentares integrantes da comissão afirmam que a mudança de foco busca garantir resultados concretos antes do encerramento oficial da investigação. Sem a confirmação de uma extensão do prazo, os membros da CPMI têm acelerado a coleta de depoimentos, documentos e análises técnicas.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é responsável pela administração de aposentadorias, pensões e diversos benefícios sociais pagos a milhões de brasileiros. Por isso, qualquer suspeita de irregularidade envolvendo o órgão costuma ter grande repercussão política e social.
Integrantes da comissão defendem que a investigação precisa identificar responsabilidades e propor medidas para evitar novos prejuízos aos cofres públicos e aos segurados da Previdência.
Nos bastidores do Congresso, a avaliação é de que o avanço das investigações nas próximas semanas será decisivo para definir se haverá ou não um pedido formal de prorrogação dos trabalhos da CPMI.